Moradora de São Lourenço do Sul, que estava internada na UTI em Pelotas por Gripe H1N1 faleceu na última sexta-feira (12). O caso foi registrado pela secretaria de Saúde de São Lourenço do Sul o óbito de uma mulher com H1N1,

Ela veio a óbito na última sexta-feira (12), e apesar de estar diagnosticada com H1N1, a causa da morte será investigada, bem como as comorbidades que possivelmente ocasionaram o óbito.

A paciente tinha 50 anos, não estava no grupo de risco e não havia feito a vacina da gripe.

Devido a circulação do vírus, é importante que as pessoas tomem cuidados necessários para evitar o contágio da doença.

A Campanha Nacional de vacinação já encerrou, com o fim das vacinas enviadas ao Município pelo Ministério da Saúde. Mais de 17 mil pessoas foram imunizadas em São Lourenço do Sul, ainda que muitas que estavam nos grupos de risco não foram as Unidades Básicas de Saúde fazer a vacina.

O Rio Grande do Sul tem um significativo aumento de casos da doença neste ano. Apenas em 2019, já são 18 mortes confirmadas no Estado pela H1N1.

Dicas para se prevenir da gripe H1N1 (Gripe A)

DOENÇAS E PATOLOGIAS

A gripe A, também chamada de gripe H1N1, é uma doença causada pelo vírus Influenza A (H1N1), que ficou amplamente conhecido após a pandemia de 2009. Esse tipo de vírus possui genes do vírus Influenza A humano, suíno e aviário e desencadeia um quadro de gripe mais grave quando comparado com os outros tipos, necessitando, portanto, de uma prevenção eficaz.

Os principais sintomas da gripe H1N1 são febre alta, dores musculares, dores de garganta e de cabeça, prostração e tosse seca. Em alguns pacientes, podem ocorrer complicações, como bronquite, sinusite, pneumonia, além de problemas extrapulmonares.

Por ser uma doença que pode causar a morte, é essencial conhecer as formas de se prevenir contra ela. A seguir preparamos algumas dicas importantes para se prevenir contra a H1N1.

→ Dicas para se prevenir da gripe H1N1

Vacina

A vacinação é a forma mais eficiente de proteção contra a gripe. Ela é feita anualmente, pois os vírus causadores da gripe sofrem mutações, sendo fundamental acompanhar as mudanças para que a vacina produzida seja realmente eficiente. Além disso, é importante acompanhar e conhecer os tipos que estão circulando na população. Em 2016, a vacina distribuída pelo Ministério da Saúde garante proteção contra o Influenza A H1N1, Influenza A H3N2 e uma cepa (linhagem) de Influenza B.

A vacinação contra H1N1 pode ser feita em estabelecimentos particulares e públicos quando começarem as campanhas de vacinação. Na rede pública de saúde, o fornecimento de vacinas depende da classificação do paciente em algum dos grupos a seguir: gestantes e puérperas (mulheres no período de até 45 dias após o parto), crianças de seis meses e menores de cinco anos, idosos com 60 anos ou mais, trabalhadores da área da saúde, funcionários do sistema prisional, povos indígenas, adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e portadores de doenças crônicas não transmissíveis.

Outras formas de prevenção

Como qualquer tipo de gripe, a transmissão ocorre, normalmente, por meio de gotículas de saliva contaminadas que ficam em suspensão no ar. Essas gotículas podem entrar em contato com outra pessoa, causando sua contaminação, ou ainda cair em superfícies que podem contaminar outros indivíduos. Diante das formas de contaminação, fica claro que a prevenção está diretamente ligada à higiene.

Ações para evitar a contaminação pelo vírus Influenza A H1N1

  • Lavar sempre as mãos, principalmente após tossir e espirrar. Para lavar a mão, deve-se utilizar água e sabão ou, ainda, álcool 70%. Para utilizar o álcool, é importante não estar com as mãos visivelmente sujas;
  • Utilizar lenços descartáveis;
  • Deixar o ambiente sempre ventilado;
  • Cobrir boca e nariz sempre que espirrar ou tossir;
  • Não tocar na região dos olhos, nariz e boca sem que a mão esteja limpa;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como garrafas, copos e talheres;
  • Evitar contato com pessoa doente, evitando abraços, beijos e apertos de mão;
  • Evitar aglomerações em épocas em que o número de casos da doença for alto.